terça-feira, 3 de maio de 2016

Fichas de Mago: A Asensão com design aprimorado

O trabalho do designer Andrey Miranda ficou magnífico. Agora temos fichas ideais para quem não quer economizar na tinta e deseja um design mais bonito e arrojado. Clique nas imagens para acessar as fichas:

Imagem da ficha de mago

Imagem da ficha da Tecnocracia

quinta-feira, 17 de março de 2016

Perdidos no Play de Mago - Dias de Silêncio e Trevas

Saudações, Despertos! Recentemente me deparei com um trabalho (e diversão) muito bem-feito pela equipe do Perdidos no Play que montou uma mesa de Mago: A Ascensão via Twitch e Roll20. A crônica narrada por Marcio Moreira reuni Rafael Amon, Bruno Calil, Leandro Pug e Rafael Balbi com quatro personagens icônicos e um template muito bonito, além de permitir a interação dos espectadores do chat em alguns momentos via strawpoll.

Foto do vídeo no clímax do jogo

Personagens

Cole Campbell
Cole Campbell
Cole Campbell é um hermético norte-americano tradicionalista que é dono de um rancho em Belstone. Protetor da região e dedicado as famílias que lá vivem, ele teme que o mundo moderno e o estado crescente um dia venham acabar com a liberdade daqueles que residem em seu rancho. Assim ele vende casas com bunkers e armas para famílias que desejem ser como ele, um sobrevivente. A mágika de Campbell possui uma essência perfeccionista. Cole também conta com seu fiel lacaio o "maldito Greg" que cuida de seu rancho. É o personagem do Rafael Balbi.

Leon Johnson
Leon Johnson
Leon Johnson é um garoto de treze anos Adepto da Virtualidade com uma imaginação extremamente forte que um dia, quando estava de castigo, desejou que seus pais sumissem e eles desapareceram. Desde então teve contato com o Doutor Macnamara e consequentemente os demais magos. Sua magíka vem essencialmente da cultura pop e principalmente do desenho Thundercats que fora também marca da infância do pai. Possui um familiar Bimo que atua como um aplicativo mágico. É o personagem do Rafael Amon.

Soren Jamani
Soren Jamani
Soren Jamani é um ucraniano hermético detetive particular e caçador de emoções que Despertou em lugar frio e remoto da terra encontrando assim seu mentor, Foster. Decidiu ir para os Estados Unidos após perceber que precisava continuar a sua busca por novas emoções e por uma maneira de mostrar toda a sua magia para o mundo. Quando se altera, começa a falar em ucraniano. É o personagem do Bruno Calil.

Doutor Macnamara
O Doutor Arthur Macnamara é um excêntrico psicólogo e psiquiatra que pertence a Tradição dos Filhos do Éter. Descendente de escoceses, administra seu controle da Mente por meio de psicotrópicos e demais drogas. Acredita que a magia vem do Sonhar. Seu Avatar é o John Lenon. É o personagem do Leandro Pug.

História

A história da crônica se passa em uma cidade fictícia dos Estados Unidos chamada Belstone. Confira os vídeos do início abaixo:

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Falsificação Tecnocrata

[Um Conto de Mago: A Ascensão, escrito por  Mauricio Canavarro]

1

Estúdio
Quando chegou no estúdio, Pólo se lembrou da época que frequentou a universidade de cinema. Foi lá que ele deu seus primeiros passos rumo à iluminação. Havia ficado claro para ele ainda naquela época que a maneira como ensinavam como se fazia cinema de verdade era uma completa fraude. Os ângulos, os truques de câmera, a computação gráfica, os efeitos especiais; tudo aquilo era uma mentira. Não era uma completa mentira, é claro, pois cinema poderia ser feito daquela forma, mas certamente não era a melhor forma. Havia certamente uma maneira mais inteligente de produzir vídeos. Os créditos e making offs se encarregariam de enganar o público. Mais do que isso Pólo havia percebido o potencial que aquilo representava não apenas para o seu país, bem como para o estado invisível. A falsificação da informação!

É claro que ele não era o único que tinha imaginado isso. Esse tipo de falsificação era utilizado por vários governos. O tipo mais comum de falsificação era a de uma guerra – ou melhor – de um inimigo. Mas havia uma falsificação muito mais perigosa a qual eles praticavam; a falsificação de um mundo.

Pólo se lembrou de quando era adolescente. Seu pai era um aviador cujo sonho era um dia voar sem avião; um sonho aparentemente tolo e infantil, mas ainda assim um belo sonho. Certa vez o pai sentou para conversar com Pólo e ele explicou porque não queria adotar a mesma medida dos colegas de morar em um condomínio:

– Você pertence ao mundo e não quero que você fique restrito a uma área de um condomínio. Nem mesmo uma cidade, país ou um mundinho. Já existem mentiras demais no mundo que eu conheço e sempre há um mundo maior para se explorar.

É claro que as massas não seguiam essa orientação. Eles preferiam trocar liberdade por segurança e esse é o tipo de negócio que fortalecia homens como Pólo. Em seu estúdio, Pólo filmava inúmeras ameaças como assaltos, homicídios e notícias de países em regimes fechados. Depois despejava tal “esgoto” pela televisão e pela internet. E daí era só uma questão de tempo para se beneficiar do efeito dominó. Quanto mais as pessoas acreditavam em vídeos, maior era o poder dos Watchers/Vigilantes* da Nova Ordem Mundial.

* Tradução da Devir

2

Pólo entrou no apartamento tateando os móveis para se guiar em meio à escuridão. Não havia um único espelho lá. Os eletrodomésticos estavam sempre desligados e a luz sempre apagada. Apesar disso aquilo não era uma residência falsa. Pólo tinha obviamente outros imóveis, mas não eram naqueles lugares em que ele realmente dormia. No fundo a paranoia de Pólo vinha do medo que ele tinha dele mesmo e da União.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Unidos pela Ascensão

[Um Conto de Mago: A Ascensão, escrito por  Mauricio Canavarro]

Importante: Para o entendimento pleno deste conto é necessário que se tenha lido o Prelúdio do conceito de personagem Mago Criança disponível aqui.

1

   O helicóptero sobrevoava o parque de diversões. Dentro além do piloto estavam Gibson Troollskkin, o Hit Mark familiar de Cristiano, e a senhora Beatriz Carvalho. Senhora era provavelmente um termo exagerado para se referir àquela mulher, pois embora fosse casada ainda possuía um corpo exuberante e traços de uma ninfa de vinte poucos anos.
helicóptero

   Cristiano planejara aquilo tudo. Através do vínculo empático com seu “pai adotivo” ele passaria as instruções de como Gibson deveria agir para ser bem-sucedido em uma reunião com uma de suas parceiras de negócio mais importantes. O próprio helicóptero havia sido magicamente modificado por Cris para que o seu ruído fosse inaudível em seu interior, embora a senhora Carvalho não parecesse muito impressionada. Enquanto Gibson tentava passar um clima descontraído e uma atitude extrovertida, a senhora Carvalho parecia fria e formal.

   – Por favor, esqueça as formalidades, façamos deste passeio um momento divertido. Me chame apenas de Gibson – dizia o Hit Mark.

   – Certo, Gibson. – respondia Beatriz vencida. – O passeio está maravilhoso, mas eu gostaria de rever alguns dos termos de sua proposta, já que nós da Arquibeb temos plenas condições de fornecer todas as bebidas para o parque com exclusividade.

Beatriz, no entanto fizera tal afirmação por pura atuação e vontade de proteger um engodo, já que secretamente controlava os demais concorrentes. Os refrigerantes e sucos que seriam vendidos no parque estariam cheios de nanomecs, uma nanotecnologia da Tecnocracia que permitiria monitorar e influenciar a saúde de seu proletariado, quer fossem fornecidos pela Arquibeb ou pela Erg Cola.

   – Sabe que eu não posso abrir mão desses termos, Beatriz. Nós também firmamos compromissos com outros fornecedores e os acionistas prezam por um ambiente de maior concorrência. – disse Gibson.

A resposta automática era previsível, porém uma análise dele não lhe permitia deduzir se ela estava sendo ingênua. Cris acreditou levar a melhor.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Mago Criança - Conceito Pronto

Este é apenas um mago Órfão de vários Conceitos Prontos que estão disponíveis na categoria de mesmo nome. São personagens desenvolvidos por mim que geralmente podem ser usados em jogos one-shot ou Crônicas completas.
Mote: “Os caras levaram a grana toda para aquele lugar, eu vi!” 

Retrato puramente ilustrativo
Retrato puramente ilustrativo
Prelúdio: As suas lembranças mais antigas são extremamente nebulosas e ao mesmo tempo visivelmente reais. De alguma forma, você sempre soube no fundo que os sonhos podiam ser tão concretos quanto à realidade ainda que você muitas vezes os vivenciasse de forma nebulosa. Mas de qualquer maneira, aparentemente a nebulosidade das suas lembranças se reduziu conforme você cresceu, o que o fez você interpretar que isso se devia ao fato de você ter acreditado de um jeito ou de outro no mundo que lhe mostravam.

As coisas mudaram quando você descobriu que seu melhor amigo Gimble era um amigo “imaginário” ou ao menos alguém que seus pais não podiam ver. Ele não era nenhum menino e sim um goblin, nativo de um mundo similar ao seu, mas rico em magia bruta. O motivo para você ainda dar crédito a ele é que ele começou a fazer a sua imaginação trabalhar de formas incríveis permitindo que você inconscientemente conseguisse executar feitos magnânimos. Ele chamava esses poderes ocultos de “projeções” e a sua habilidade principal de “projetar”. Com a ajuda de alguns brinquedos você conseguia até mesmo projetar acidentes na rua ainda aos seis anos de idade. Você ficou tão desconfiado de seus poderes que começou a suspeitar que até mesmo seus pais eram projeções. Contudo Gimble anunciou que uma nova mudança se aproximava na sua vida, que você “ia ganhar uma nova família”.

Em uma noite de natal seus pais foram atender a porta da casa e depois quem entrou foi o papai noel (ou supostamente um homem vestido como). Ele brincou um pouco com você. Disse que tinha trazido o presente como na lista. Você zoou o homem babaca dizendo que não tinha feito lista alguma. Então ele mexeu no saco e sacou uma doze e deu dois tiros e logo seus pais estavam derramando uma poça de sangue no chão. Um outro homem, tão grande ou maior que o primeiro entrou pela porta da casa com um laser no olho virado para o “papai noel” e disparou com uma arma que saiu de dentro do seu braço. Momentos depois, “papai noel” estava morto. O grandão disse que viera para protegê-lo e que tinha sido enviado por você mesmo no futuro. Explicou que a morte da sua família era lamentável, mas ainda assim benéfica, pois eles estavam envenenando a sua mente com mentiras, comportamentos repetidos e cultura tecnocrata. No início você retrucou, mas depois entendeu o que ele disse. E quanto aos seus tios, avós, padrinhos? Porra, eu tenho agora esse robô gigante, magia do c@#%* e um goblin maluco para me guiar. Dane-se a minha família.

O tempo passou e o Gibson (o HIT Mark) adotou você. Com a sua imaginação você conseguiu acumular alguns recursos incríveis vinculados área de brinquedos gigantes. Foi assim que você conheceu outros magos Órfãos.

Gamer - Conceito Pronto

Este é apenas um mago Órfão de vários Conceitos Prontos que estão disponíveis na categoria de mesmo nome. São personagens desenvolvidos por mim que geralmente podem ser usados em jogos one-shot ou Crônicas completas.
Mote: “Game Over babaca!”

Retrato meramente ilustrativo
Retrato meramente ilustrativo
Prelúdio: Você sempre foi um típico nerd. Ainda muito influenciado pela cultura que a Tecnocracia despejava pela mídia e procurando fugir da realidade, você se tornou viciado em games de computador. Um dia no entanto você estava alterando as configurações gráficas de um game e percebeu que elas não alteravam em nada o gráfico que era gerado no seu monitor. Mais que isso, ao comparar o gráfico do game com suas configurações ajustadas no mínimo com as do game em sua plena qualidade gráfica máxima através de um vídeo do youtube, você viu que o seu gráfico SUPERAVA em realismo o gráfico original!

Foi então que você começou a desconfiar que a tecnologia não funcionava exatamente do jeito que lhe contaram e que uma parte de você era o seu computador e a imagem do seu monitor.
Em outras experiências você começou a perceber que o seu gráfico não necessariamente seria mais realista. Em alguns casos você produzia gráficos apenas diferentes dos padrões. Isso levou você a repensar muito sobre como a computação gráfica realmente funciona e como a VISÃO realmente funciona. Uma vez imaginadas as “interfaces”, era uma questão de tempo até que você começasse a dominar toda a percepção.

Agora você podia sentir os games com um realismo total. O cheiro, o tato, a imersão muito mais completa. E agora também estava claro para você que você nunca jogava sozinho, não importando se estava no modo singleplayer ou multiplayer. Sobre um novo paradigma, você começou a viver como se a vida fosse um game. E todo game é claro aceita um comando de console ou cheatcodes. Então você começou a projetar os seus cheats. Até finalmente encontrar Teia Digital e com isso descobrir sobre o mundo dos magos e a ameaça da Tecnocracia.

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